Tenho medo do amor
Daquele que me rouba
Que entra no meu mundo
Com passos apressados.
Tenho medo do amor
Que me encoraja do impossível
Que desperta ideias duvidosas
Daquele que me tira a calma
Pra que amar em excesso?
O passos largos tem seu preço
A vida vem devagar
Me ame sem pressa
Vamos nos amar!
Esse amor tão inteiro
Intenso e ligeiro
Não me assuste
Em tantos invernos
Dê seus passos gelados
Me aqueça num abraço
Me beije bem devagar
Que a noite vai demorar
Ah, tenho medo desse amor
Que me rouba
Me perco de mim
Já nem sei mais quem sou
Nem quem eu era antes de ti.
Já te disse, amor
Que amar dá medo
Não dá certeza do momento
Não dá certeza das suas mãos
Nas minhas amanhã.
Me ame devagar também.
O amor assim vai durar
Eternizar cada descoberta
Me ame, então.
Mas bem devargarinho.

Gênio. Pegar em referências e criar assim, é coisa de gênio. Ou no caso, gênia :)
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